🏷️ Kubernetes
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Kubernetes in a Box, Parte 2 - Ferramentas e Ambiente de Laboratório
Do terminal vazio ao cluster virtual em duas placas de rede
Na Parte 1 desta série, gastamos o post inteiro falando sobre por que construir um cluster Kubernetes na mão e o que pretendemos montar. Conceitos, diagramas, motivação. Agora é hora de sujar as mãos de verdade: vamos configurar o computador hospedeiro, dissecar linha por linha como o Vagrant lê nosso inventário Ansible para criar máquinas virtuais e resolver o problema mais traiçoeiro de qualquer laboratório local de Kubernetes: fazer a rede funcionar direito.
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Kubernetes in a Box, Parte 1 - Visão Geral
Por que construir um cluster Kubernetes na mão?
Se você trabalha com infraestrutura, nuvem ou DevOps, as chances de você já ter digitado
kubeadm initou subido um cluster em nuvem gerenciada (EKS, GKE, AKS) com dois cliques são de praticamente cem por cento. Essas ferramentas são incríveis para o dia a dia de trabalho porque ninguém em sã consciência quer passar quatro horas configurando certificados e manifestos na mão para subir um ambiente de homologação. O problema começa quando algo quebra nos bastidores e você não faz a menor ideia do que está acontecendo por baixo do capô.