🏷️ DevOps

  • Kubernetes in a Box, Parte 2 - Ferramentas e Ambiente de Laboratório

    Do terminal vazio ao cluster virtual em duas placas de rede

    Na Parte 1 desta série, gastamos o post inteiro falando sobre por que construir um cluster Kubernetes na mão e o que pretendemos montar. Conceitos, diagramas, motivação. Agora é hora de sujar as mãos de verdade: vamos configurar o computador hospedeiro, dissecar linha por linha como o Vagrant lê nosso inventário Ansible para criar máquinas virtuais e resolver o problema mais traiçoeiro de qualquer laboratório local de Kubernetes: fazer a rede funcionar direito.

  • 12-Factor App: Como Fazer (e os Pesadelos de Como Não Fazer)

    Uma autópsia de sistemas legados, traumas de deploy e as doze regras para manter a sanidade em produção

    Se você trabalha com desenvolvimento ou infraestrutura há tempo suficiente, certamente guarda na memória um sistema que te dava calafrios. Aquele monstro sagrado da empresa que ninguém tinha coragem de reiniciar numa sexta-feira. Aquele software cujo processo de deploy parecia um ritual de invocação medieval, com quinze passos manuais, três rezas e uma oferenda aos deuses do hipervisor.

  • Spring Boot Tutorial, Parte 2 - Projeto Base

    Inicialização com Maven, variáveis de ambiente e perfis de execução

    No primeiro post da série, montamos nossa bancada de trabalho com Debian Trixie, SDKMAN travando o JDK 26 e o VS Codium livre de telemetrias. Com as ferramentas no lugar, o impulso natural da maioria dos tutoriais é abrir o editor e sair cuspindo código de negócio desordenado. Mas se queremos construir uma aplicação que sobreviva ao mundo real, precisamos falar antes sobre como uma aplicação nasce e como ela lida com seus ambientes.

  • Kubernetes in a Box, Parte 1 - Visão Geral

    Por que construir um cluster Kubernetes na mão?

    Se você trabalha com infraestrutura, nuvem ou DevOps, as chances de você já ter digitado kubeadm init ou subido um cluster em nuvem gerenciada (EKS, GKE, AKS) com dois cliques são de praticamente cem por cento. Essas ferramentas são incríveis para o dia a dia de trabalho porque ninguém em sã consciência quer passar quatro horas configurando certificados e manifestos na mão para subir um ambiente de homologação. O problema começa quando algo quebra nos bastidores e você não faz a menor ideia do que está acontecendo por baixo do capô.

  • Spring Boot Tutorial, Parte 1 - Ambiente de Desenvolvimento

    Configurando o ambiente base com Debian Trixie, SDKMAN, VS Codium e JShell

    E se de repente a gente decidisse escrever um tutorial de Spring Boot? Pois é, eu decidi começar essa seara de estudo do framework pela parte que ninguém liga, mas que geralmente é a que quebra tudo quando não é feito do jeito certo: o ambiente de desenvolvimento. Parece bobo, mas sem ele sólido desde o começo, o resto vira dor de cabeça infinita.