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Contêineres na Prática: Docker, Compose e Podman

Do Dockerfile ao docker compose up: construindo, orquestrando e protegendo contêineres para o mundo real

Na primeira parte desta série, a gente abriu o capô do kernel Linux e viu que contêineres não são máquinas virtuais: são processos comuns isolados por namespaces, limitados em hardware por cgroups v2 e servidos por camadas montadas via OverlayFS. Chegamos a empacotar tudo isso num script em shell de cinquenta linhas capaz de rodar um ambiente funcional do zero.

Kubernetes in a Box, Parte 4 - Preparação do Sistema Base

Módulos de kernel, sysctl, swap e a fundação do Linux antes de qualquer binário do Kubernetes

Uma VM AlmaLinux recém-saída do vagrant up é um ótimo servidor genérico: quieta, previsível e configurada para aplicações comuns. Ela não repassa pacotes entre interfaces, não deixa o firewall inspecionar o tráfego das pontes de rede, convive com swap sem remorso e nem sequer conhece os nomes das outras máquinas do laboratório. Para quem vai virar nó de Kubernetes, cada uma dessas características é um problema que precisa ser resolvido.

Fundamentos e Anatomia de Contêineres

De namespaces a cgroups v2: tudo que o kernel faz quando você digita docker run

Você já rodou docker run centenas de vezes. Digita o comando, aperta enter, um punhado de letrinhas corre pelo terminal e, em questão de meio segundo, você tem uma aplicação inteira rodando em um ambiente isolado com rede, disco e variáveis próprias. Mas se eu te perguntar exatamente o que o kernel Linux fez naquele exato instante de meio segundo, você sabe responder?

Kubernetes in a Box, Parte 3 - O Inventário Ansible e as Variáveis do Cluster

O cérebro declarativo que orquestra a infraestrutura e viabiliza upgrades com uma única linha

No post anterior, deixamos nossas máquinas virtuais ligadas e conversando em uma rede privada isolada no KVM. Temos load balancers, managers, workers e um servidor NFS com endereços estáticos e resolução de nomes básica. Se tentarmos rodar qualquer comando do Kubernetes nelas agora, nada vai acontecer: não há binários instalados, não há certificados emitidos e nenhum processo do control plane existe. Antes de enviar a primeira instrução para as máquinas, precisamos responder a uma pergunta de arquitetura: onde vive a verdade sobre as versões, as faixas de rede e os papéis de cada nó?

Kubernetes in a Box, Parte 2 - Ferramentas e Ambiente de Laboratório

Do terminal vazio ao cluster virtual em duas placas de rede

Na Parte 1 desta série, gastamos o post inteiro falando sobre por que construir um cluster Kubernetes na mão e o que pretendemos montar. Conceitos, diagramas, motivação. Agora é hora de sujar as mãos de verdade: vamos configurar o computador hospedeiro, dissecar linha por linha como o Vagrant lê nosso inventário Ansible para criar máquinas virtuais e resolver o problema mais traiçoeiro de qualquer laboratório local de Kubernetes: fazer a rede funcionar direito.